Procurando as fontes do medo

Normas sociais moldam julgamentos; aceitar diferenças é desafio.

Procurando as fontes do medo
The image shows a silhouette of a person standing indoors with large windows revealing a blurred cityscape in the background at dusk. Surrounding the person are multiple glowing, translucent 3D cubes of varying sizes, appearing to float in the air around them. The cubes emit a soft light with visible edges and depth, creating a futuristic and digital atmosphere. The room is dimly lit, emphasizing the contrast between the dark figure and the bright cubes, suggesting themes of virtual reality, technology, or digital interaction.

As vezes fico me perguntando sobre o que é certo e errado no conceito das pessoas. A partir do que nós, como comunidade, criamos normas que são aceitáveis ou reprováveis.

E a partir delas e também da nossa própria interpretação delas começamos a julgar os outros.

Não falo de crimes ou ações que ferem outras pessoas. Essa é outra conversa!

Falo de pequenos hábitos que no nosso filtro parece errado e que as vezes até no filtro de um grupo parece errado mas que na verdade é somente outra maneira de ser, de agir.

Se é algo que não atrapalha nada nem ninguém, por que temos uma dificuldade tão grande de aceitar coisas diferentes? De deixar o mundo ser plural?

Por que precisamos colocar tudo em “caixas”? E as caixas do que achamos ser errado estão sempre cheias!

Isso tudo pra mim está novamente ligado ao medo, insegurança. Medo do diferente! Medo do desconhecido! As vezes até um medo de reconhecer que nós mesmos também temos nossas manias que não se moldam às normas.

Meu exercício do dia: encarar esse meu medo! Tentando não me importar mais com o jeito que a pessoa interage com o mundo. E que eu use esse meu incômodo para me mostrar o que realmente me aflige! 

Quem sabe um dia conseguiremos nos livrar de todas essas caixas!