Exercício de reconhecimento

Todos sofremos e sentimos confusos. Temos que lembrar que o aprendizado é coletivo.

Exercício de reconhecimento
The image depicts two human hands reaching toward each other, with fingers extended and nearly touching in a symbolic gesture. The background and space between the hands are filled with a swirling, warm golden light that creates a sense of energy and connection. The image has a soft focus and glowing effect, emphasizing warmth, intimacy, and a mystical or spiritual atmosphere. This visual composition suggests themes of human connection, creation, or reaching out.

As vezes as confusões mentais não precisam ser grandes. Não precisam nos inundar com ansiedade, tristeza, depressão.

Mas não significa que elas não existam. Elas estão em todos nós!

Então quando passar por alguém sofrendo, tente pensar em todos os momentos que sua cabeça também ficou confusa. Não importa se você “digere” as coisas de forma diferente, ou se as intensidades dos problemas não comparam. Todos nós sofremos! Todos nós sentimos! Todos nós temos medo!

Na hora que pararmos de nos comparar, na hora que entendermos que as experiencias que temos aqui são comuns. Que todos nós assinamos um mesmo contrato quando decidimos viver aqui: o de aprender sentindo na pele.

Quando decidirmos nos colocar no lugar do outro e realizarmos que nossos sofrimentos são exatamente iguais. Que talvez apenas motivos sejam diferentes.

Mas que todos nós nos sentimos confusos! Nos sentimos inseguros! Nos sentimos exaustos!

E que tudo isso faz parte do nosso aprendizado. Em parte um aprendizado pessoal e em parte um aprendizado coletivo.

Então que aprendamos a nos reconhecer! A nos perdoar! A nos aceitar como somos!

E talvez um dia essa confusão diminua.