Arqueologia interna
Encarando meus fantasmas, descubro minha própria força e continuo evoluindo!
Essa noite me veio na memória várias coisas do meu passado.
Eu notei como tinha vergonha de me mostrar vulnerável. Tinha que ser uma pessoa forte o tempo inteiro.
Hoje ainda sou um pouco assim, mas não tanto como era quando adolescente.
Na minha mente vieram vários eventos. Os sentimentos eram diferentes, mas o tema era sempre o mesmo: vergonha.
Fiz a conexão desses vários momentos. Era como um quebra-cabeça se montando. Que me mostrou tudo interligado, parte de um padrão que sempre tive.
Não sei de onde isso veio, já que eu era bem novinha. Como se fosse uma coisa que já nasceu comigo.
O que sei é que está na hora de largar essa vergonha de uma vez por todas. Pois quando a luz se acende, os fantasmas desaparecem.
Já estou a alguns meses no trabalho de descobrir esses “fantasmas” enterrados dentro de mim. Esse não foi o primeiro e sei que não será o ultimo. Já achei tanta coisa! Já mudei tanto!
Mas vamos lá novamente: Agora que decifrei mais esse enigma, o próximo passo é me acostumar a funcionar sem ele.
Leva tempo, mas eu chego lá.